CAMINHÃO DA MAMOGRAFIA ESTA DE VOLTA EM NANUQUE

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Antigamente era comum as mulheres casarem e engravidarem cedo. Muitas não chegavam nem a completar a maioridade e já tinham um grande número de filhos, o que aumentava o período de amamentação e diminuía os ciclos menstruais.

Hoje, as mulheres menstruam mais precocemente e optam por engravidar mais tarde. Além disso, o número de filhos diminuiu consideravelmente entre o século passado e os dias de hoje. Esse novo cenário coloca as mulheres em uma situação mais vulnerável ao câncer de mama, pois a ação do estrógeno é prolongada no organismo. Obesidade, consumo de álcool e cigarros também são fatores de risco.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e o que mais mata atualmente. Estima-se que o número de mortes dobre até o ano de 2030. As estatísticas podem ser ainda mais alarmantes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, mais de 75% das mulheres entre 50 e 65 anos, não fazem o exame de mamografia regularmente. O INCA orienta que o exame seja feito uma vez a cada dois anos por mulheres entre 50 e 65 anos.

A mamografia é fundamental na investigação do câncer de mama. Atualmente, a taxa de mortalidade em decorrência da disfunção é alta por conta do diagnóstico tardio. Quando a doença é detectada no início existe 90% de chance de cura.

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