MG nega orientação do Ministério da Saúde e mantém vacina somente para grupos prioritários

A vacina da gripe, liberada para toda a população do Brasil, no estado de Minas Gerais foi mantida somente para os grupos prioritários, uma recomendação da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Os grupos prioritários são crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes em qualquer idade gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas aldeados; indivíduos com 60 anos ou mais de idade; professores na ativa da educação infantil, ensino fundamental, médio e superior das escolas públicas e privadas; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, mediante prescrição médica; e população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Em nota, a SES informou que “Do total de 5.560.505 indivíduos incluídos na população a vacinar em Minas Gerais, a meta da campanha é vacinar 90% destes. Até o dia 05 de junho, a cobertura vacinal do estado de Minas era de 81,22%, com um total de 832.916 não vacinados entre os grupos prioritários. A meta foi alcançada no grupo de indígenas e puérperas, com 100,35% e 90,73%, respectivamente. Os demais grupos estão com baixa cobertura vacinal, sendo as gestantes (65,56%), crianças (66,76%), professores (83,67%), trabalhador de Saúde (84,53%) e idosos (87,18%).

Também foram aplicadas 878.829 de doses nos grupos de pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional. 334 (39,16%) municípios mineiros alcançaram a meta de 90% nos grupos prioritários; desses 85 (9,85%) alcançaram homogeneidade da cobertura de vacinação.

O estado de Minas Gerais tem mais de 20 milhões de habitantes e, portanto, uma eventual ampliação de públicos depende do envio de quantitativos extras. No momento, o Estado dispõe de cerca de 1,6 milhões de doses. Com a ampliação da oferta da vacina da influenza não será possível atender toda a população mineira. Vale ressaltar que os municípios deverão contabilizar as doses necessárias para atender o esquema de segunda dose em crianças, pois não há estoque para disponibilizar futuramente.

Fonte: Portal WT

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